7 lições do Content Marketing World

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O tema Star Wars esteve presente ao longo de todos os dias do Content Marketing World 2016

Cleveland é o centro do mundo por quatro longos dias, a capital do content marketing. A cidade norte-americana que todos os anos recebe marketers, agências e uma comunidade focada em fazer de forma diferente, criando novos caminhos para ser relevante na vida das pessoas, “vendendo, não vendendo”, oferece ideias para o futuro no famoso Content Marketing World.

Se está à procura de um rumo para a estratégia de marketing da sua empresa, a resposta pode estar na sua marca e na razão de criar conteúdos para os seus atuais e potenciais clientes. Comum a muitas sessões e a muitas apresentações, o “why” da sua estratégia de conteúdos é um pilar que não deve esquecer até porque os atalhos muitas vezes “saem caros”.

Mais uma vez presente no Content Marketing World, que decorreu de 6 a 9 de setembro e que teve como figuras principais o anfitrião Joe Pulizzi, Mark Hamill (o famoso Luke Skywalker da trilogia inicial de Star Wars), e o comediante Michael Jr., a Plot Content Agency reúne 7 insights valiosos para criar marcas relevantes e apaixonantes.

1. Temos a melhor resposta digital?

Um conteúdo é uma gota no oceano digital. Na máquina trituradora de ideias, mensagens, histórias que as marcas querem dizer. No crivo da comunidade de clientes. Se o oceano é grande, será que estamos a colocar toda a energia no nosso processo criativo? Será que quando os potenciais clientes visitam o nosso site “estamos a ajudar a resolver o seu problema, melhor do que toda a gente no mundo?” A pergunta de Marcus Sheridan, que conseguiu dar a volta digital à tragédia da sua empresa de piscinas River Pools e que tem uma rede de seguidores ávidos por estratégias de vendas e comunicação digital, deve estar sempre presente na criação de conteúdos e de respostas na sua presença digital.

2. Não basta ser bom. É preciso ajuda

Fazer conteúdos fantásticos e ter a melhor resposta pode não chegar para levar a bom porto o seu caminho no content marketing. Rand Fishkin, fundador da MOZ, mostra como ser o melhor pode não chegar e deu algumas pistas no Content Marketing World para fazer a diferença com amplificação: ter preparado o conteúdo para amplificação antes do lançamento e seguir a ideia de que se alguma coisa se deu bem em orgânico, é o que se vai dar bem em campanha.

Quanto ao Facebook, Rand Fishkin lembra que as redes sociais representam menos de 5% dos referrals do tráfego. “O Facebook quer manter-vos lá. O Google quer mandar-vos para um sítio onde sejam felizes”.

3. Esqueça as boas práticas

“As boas marcas seguem as boas práticas. As grandes marcas fazem as suas próprias”. É esta a mensagem de Jay Acunzo, que passou pela Google e Hubspot e que hoje representa a NextView como vice-presidente.

A ideia é simples de partilhar. Se todos fizermos e seguirmos as boas práticas, vamos todos estar a fazer o previsível. Se quer fazer o “unthinkable”, tem de deixar de seguir as boas práticas e criar as suas próprias. Mais ambiciosas, diferentes, que surpreendam e se destaquem. Sim, porque mais de 60% da decisão de compra é feita antes de falar com um comercial.

4. Não resposta é uma resposta

Os consumidores são os melhores embaixadores da nossa marca, mas podem facilmente passar a haters que tiram o sono aos departamentos de comunicação. Jay Baer, autor do best-seller Hug your Haters, tem no seu currículo o aconselhamento estratégico a mais de 700 empresas e reforça a importância de responder. “Every customer. Every channel. Every time.”

Foque-se em todos os touchpoints de clientes com a marca e perceba de onde vêm as queixas. Mais queixas podem ser mais oportunidades de melhorar o serviço e dar uma resposta eficaz. O objetivo? Termos reações de clientes como esta: “Não vais acreditar no que me aconteceu”.

5. Antecipe o futuro

Quantas pessoas estão à espera do seu próximo conteúdo? “Make sure it’s not zero”, lembra Andy Crestodina, fundador e diretor de estratégia do estúdio de design Orbit Media, em Chicago. O orador que fez parte das principais vozes do Content Marketing World deste ano recorda a importância de antecipar tendências e pensar no que pode ser o futuro. Fundamental, é responder às questões que as pessoas fazem na sua área, mas que não se diz, nem se sabe. Porque, segundo Crestodina, “se não estamos a fazer amigos, estamos a fazê-lo mal”.

6. Prepare o cenário e surpreenda

O humor tem servido de ferramenta para muitas e valiosas estratégias de content marketing. Nesta edição, os risos ficaram a cargo de Michael Jr., mas a mecânica do riso é muito mais que acidental. E pode ser replicada para os conteúdos. Como? Através de setup e punch line.
No setup levamos a audiência connosco, criando a história com o nosso background. Com a punch line mudamos o sentido de forma brusca e surpreendemos. Está tudo na surpresa, na criação de um momento e o seu contrário.

7. Content marketing é uma maratona

Content marketing ou marketing colateral? Responder aos desafios da marca seguindo os picos da publicidade, procurar respostas e retornos no curto prazo e ter medo de fazer diferente são ameaças reais para quem quer seguir uma estratégia de content marketing.
Jennifer Walsh, diretora de customer engagement do Current, da General Electric, dá alguns conselhos: “É uma maratona, não é um sprint. Vai demorar tempo”. E, recorda, é fundamental “pensar como cliente. Ter esse mindset”.


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